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Impressioni 12 gennaio 2015 · lettura 1 min · 1031 letture

Vaso de barro

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claudia pinheiro montenegro 90 poesie pubblicate
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estraçalhado em mil pedaços cacos e mais cacos pelo chão assim como o vaso em cacos meu corpo moído em Suas mãos recolhi todos os seus pedaços sem restar algum ali no chão mas meu corpo ainda em cacos ganha a forma em Suas mãos o vaso foi para o lixo em pedaços mas os meus cacos ainda em Suas mãos são amassados e levantados ali do chão agora já um corpo sem mais os cacos ganha um novo coração de Suas mãos e por graça outros cacos sairão do chão
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claudia pinheiro montenegro
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Commenti (1)

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Antonio Terracciano12 gennaio 2015

Se ho bene inteso, questa poesia ben costruita è di carattere religioso (ce lo fanno capire le ripetute "s" maiuscole di "Suas") . Si paragonano i nostri poveri corpi peccatori a vasi in frantumi, che si spargono per terra, finendo talvolta addirittura nell'immondizia. Ma non bisogna rattristarsi, perché una Potenza Superiore provvederà, se lo vogliamo, a riunire tutti quei cocci (i nostri, e quelli degli altri) e a formare di nuovo vasi degni di questo nome, cioè integri.