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Amore 6 gennaio 2011 · lettura 1 min · 6074 letture

Amor em Cacos

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Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Os cacos que restaram do que foi grande amor, Cravam sem dó no meu peito toda a sorte de dor. A penumbra do ambiente faz minha alma doente. As horas hoje não passam se firmaram no ausente. Lembranças bailam no espaço carente de afago, Madrugada que não passa Sol que não vem raiar. Amanhece um novo dia para viver empurrado, Riso plástico superficial, semblante desfigurado. Na roseira só espinhos primavera que não chega. As flores da alegria, hoje murchas desbotadas, Enfeitam a vida sem nexo hoje o nada do nada Minha face em tons cinza de lágrimas encharcadas No silêncio da penumbra revisito a madrugada, Encontro a dor da ausência o estado de demência. A vida descompassada quer da dor ser afastada, Dos cacos e dos espinhos da primavera desbotada
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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