Amor em Cacos
Os cacos que restaram do que foi grande amor,
Cravam sem dó no meu peito toda a sorte de dor.
A penumbra do ambiente faz minha alma doente.
As horas hoje não passam se firmaram no ausente.
Lembranças bailam no espaço carente de afago,
Madrugada que não passa Sol que não vem raiar.
Amanhece um novo dia para viver empurrado,
Riso plástico superficial, semblante desfigurado.
Na roseira só espinhos primavera que não chega.
As flores da alegria, hoje murchas desbotadas,
Enfeitam a vida sem nexo hoje o nada do nada
Minha face em tons cinza de lágrimas encharcadas
No silêncio da penumbra revisito a madrugada,
Encontro a dor da ausência o estado de demência.
A vida descompassada quer da dor ser afastada,
Dos cacos e dos espinhos da primavera desbotada
©
Tutti i diritti riservati. L’opera è protetta dalla Legge 22 aprile 1941 n. 633 sul diritto d’autore: è vietata la riproduzione, anche parziale, senza il consenso dell’autore.
A
Tutte le opere →
L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
Commenti (0)
Accedi per lasciare un commento.Accedi
Ancora nessun commento. Scrivi il primo!