Sobras de Afeto
Não me venhas com as sobras de afeto,
De há muito aprendi a descartar sorrindo.
Não me apareças somente nas horas tristes,
Únicos momentos que me queres por perto.
Não me digas versos poemas ou canções,
Adote transparência e atitude deixe de ser rude.
Doe as sobras para quem servistes o banquete.
Nos instantes de silêncio ausências, paredões.
Não tentes mentir ou mascarar a verdade.
Tua alma em devaneios recusa a realidade.
Os abraços de teus braços os considero passado.
Sobras causam náuseas, dores, indigestão afetiva.
Teu afeto descartável virou lixo biodegradável.
Transformados em dejetos meu coração os rejeita.
Bom acordar dos pesadelos maquiados de sonhos.
Dispensar tuas sobras afetivas e rencontrar a vida!
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
Commenti (1)
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paolo corinto tiberio4 febbraio 2011
sono 4 strofe di 4 versi ognuno... v'è rima e/o assonanza, ma se non viene tradotta sfugge, a chi non sa il codice linguistico adoperato, ogni significato...