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Amore 12 febbraio 2011 · lettura 2 min · 3153 letture

Perder Um Amor

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Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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O telefone há tempo não toca, a espera totalmente inútil. Perdas e perdas, mil lágrimas, assim a vida se torna fútil, Uma retrospectiva, muitas histórias para encontrar a razão, Do súbito abandono, da partida, do descarte da emoção. As cartas, os bilhetes, os presentes, as muitas dedicatórias. Os perfumes, o roupão, o leito, a mesa posta, o lugar vazio. Lentamente o relógio marca as horas, minutos e segundos. Um viver compulsório, escuro, triste, frio, desiludido, sombrio. Em vão a alma chora o final do amor, sabe não haverá retorno, Reviradas todas gavetas, lençóis amassados, abertas as portas, Despachados todos os sonhos de felicidade- viver um transtorno. Uma vida que se perde inerte, nula, embassada, subtraída, morta. As lembranças dos intensos momentos de desejos vividos a dois. Os carinhos doces que antecediam as desejadas noites de amor, As juras, as promessas, a entrega, o misturar, o fundir, o delírio. Mentiras, dissimulações, desilusões, blefes, interesse, fel, martírio. Um raio de sol invade a janela do quarto frio na manhã de abril. Súbito um novo dia enfadonho e triste se mostra para ser vivido, O leito vazio, um lado arrumado apressa o levantar, a dor sutil. Rotina, cansaço, desalento, vida estagnada, nítido desinteresse. Perder um amor, abrir mão dos sonhos, da melhor parte da vida, É dor a singrar no peito em prantos sem estancar a grande ferida. São carências, anseios, desistências - absurda, dura e fria rotina. A alma desesperada antecipa o fim, vaga irremediavelmente perdida.
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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