Angústia
Se eu pudesse fazer destas longas horas segundos
Não sentiria a angústia e a dor do silêncio profundo
Indiferentes paredes mudas, paisagem angustiante
Divergências impostas pela vida, tristes, sufocantes.
Se eu pudesse voar como as gaivotas sobre o mar
Se eu pudesse ao menos por raros segundos sonhar
Não sentiria a existência oblíqua, a dureza do adeus
Não perderia frágil esperança de o amor esperar
Se eu pudesse libertar as vidas dos porta retratos
Trazer de volta amores de um passado distante
Reviveria sentimentos, o amor no coração errante.
Dor, quimera distante vivenciar a paz e a felicidade.
Definitivamente o tempo não volta o mundo se fecha.
A alma reduzida ao silêncio amarga a dor da saudade.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
Commenti (1)
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Antonio Terracciano21 febbraio 2011
O meu sonho também seria o de "libertar as vidas dos porta retratos e trazer de volta amores de um passado distante", mas com essas vidas (e as nossas) iguais àquelas de ontem!