Amor, Um Mistério
Se tu soubesses doce amada o quanto pranteia a minha alma.
Se tu soubesses que é por ti e por mais ninguém que ela chora,
Entenderias ao menos um pouco o frio calvário que vivo agora.
Saberias a intensidade da dor da partida, me pediria a calma.
Se tu soubesses que desde a tua partida a única fonte secou.
Se tu soubesses as noites de insônia que minha alma amarga,
Compreenderias que sem ti não sou vida, adiarias a partida.
Estender- me- ia as mãos me levarias para além do horizonte.
Quero de ti o beijo gélido da noite que subitamente se avizinha,
Quero poder ao menos por segundos te sentir unicamente minha.
Cair aos teus pés me redimindo de tudo que ofuscou nosso amor.
Amada, entenderias meu viver angustiante querendo teu desejo,
Teu coração aboliria as melodias toscas cravadas no meu peito
Terias- me amor por inteiro entre os lençóis do teu vazio leito
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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