Simbiose do Amor
Amor tomo emprestado o prateado da lua
Para aquecer o frio que passeia na alma tua
Desejos a invadir as sendas da amargura
Neutralizam a desilusão do mal que o tortura
Amor quero ser colo para o teu desalento
Fazer tua alma sentir- se como doce criança
Reavivar em teu ser o carinho, a esperança
No afago demorado que há muito precisas
Se quiseres contaremos infinitas estrelas
Esperaremos juntinhos o nascer da manhã
De mãos assistiremos o espreguiçar do sol
Que radiante desperta colibris e girassóis
Alfazemas e jasmins perfumarão nosso leito
O som da vida reconstruirá sonhos desfeitos
Vivenciaremos o amor no macio do algodão
Candura da alma plena a acalmar o coração
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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