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Introspezione 2 maggio 2011 · lettura 1 min · 1624 letture

Existência Desconexa

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Longas noites trilhadas pela sofrida alma Incômodas, diante das solitárias paredes Pensamentos confusos mesclados de dor Viagens imaginárias aplacando o dissabor Longa noite desperdiçada no gélido leito A espreitar todos os fantasmas da ilusão Qual náufrago, alma aninha- se nos versos Tristes tentativas para aquecer o coração Solidão sentimento destruidor da esperança Dores mascaradas agitado e frio cotidiano Na face risos plastificados escondem tédio Insanidade, desejos nas lágrimas sufocados Existência à deriva no mar das melancolias Cansaço, expectativa de inexistente alegria Perguntas sem respostas povoam a razão Vivência amarga acentuada pela desilusão Tímidos raios solares indicam amanhecer Pássaros indiferentes a entoar sinfonias Nas imóveis árvores, tristes desenganos Existência desconexa a sufocar os planos
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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