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Introspezione 18 maggio 2011 · lettura 1 min · 1776 letture

Almas Solitárias

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Na vala da solidão imposto sepultar o coração, Escuridão amargurada alma só enclausurada. Esquinas do abandono onde se perde a ternura. Mar revolto transborda as lágrimas da solidão. Desaparecer do abraço impõe no peito cansaço. A cama sempre arrumada, todas velas apagadas, Cálices frios de absinto sorvem a triste agonia, Beijos perdidos no tempo emolduram a nostalgia. Silêncio atemorizador sopra frestas das janelas, Poemas inacabados emolduram as solitárias telas . Vida fadada à nada prisioneira tristonha se revela , No apagar das estrelas vivencia a dor das mazelas. Um aceno no horizonte, miragem etérea da vida, Suplica a primavera, aplaca da alma triste agonia. Rastejam assim esperanças no lamaçal da tristeza, Em busca do porto seguro que sorva toda a frieza.
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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