Leito de Jasmins
Subjugastes o amor priorizando frágil matéria,
No esgoto do abandono sepultastes o carinho.
Sonhavas algo inexistente ficastes demente,
Olvidastes ser o amor carnal mera passagem.
Teus armários revirados mil sonhos acabados,
A mão que cedente afeto acenou o triste adeus.
A casa impregnada com teu aroma e presença,
Santuário inacabado para prantear descrenças.
Relógios algozes das vidas tristes e abandonadas,
Contadores do tempo estagnados nas lembranças.
Inundam o silêncio com cansados sons repetitivos,
Melodia ácida emoldura gélido cortejo do martírio.
Sedutora noite calada no açoite, impossibilidades,
Chovem estrelas reluzentes banhadas na melancolia.
Despertam relva afetiva chamuscada de falsidades,
Vertedora incansável dos insensatos frios insetos.
Vidraças embaçadas envolvem teu tristonho vulto,
Que hoje nada mais representa ante a indiferença.
De jasmins coberto o leito refloresce perfumad, o
Desperto o coração, ímpar alegria de ser amado.
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
Commenti (1)
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elisabetta tegas22 maggio 2011
ho dovuto farmela tradurre...è bellissima... un peccato che non possano fruirne tutti
