Amor, Sempre Amor
Profunda vala abristes no campo dos sentimentos
Instalou- se intensa dor ante o subito rompimento
As estrelas se apagaram a lua entristecida chorou
Primavera ainda em botão, a solidão desmoronou
Sepultastes muitos sonhos na fria paixão de papel
Indiferente desprezastes amor outrora o teu céu
Apagastes todas as velas perfumadas de candura
Para acender ao redor triste chama da amargura
No rio que segue para o mar desaguastes o amor
Clamores beirando loucura a dor do teu desamor
Sufocastes loucos desejos provados em sintonia
No lugar hoje florecem a tristeza e a melancolia
À deriva tanto afeto pranteia maré do abandono
Viver sem norte ou rumo perdido que foi o prumo
Cíclico são os momentos mágoas, dor e nostalgia
Ainda que muito distante existe o porto da alegria
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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