Espelho do Tempo
Repisado passado ressuscitara fantasmas indesejados
Lamenta o redesenhar do escuro de algo mal projetado
Bailam na mente serpentes ávidas pela inocente presa
Intenso conflito para de vez transmutar a chama acesa
Súbito mal visita a alma trazendo a melancólica insônia
Porquês assombram a frieza dos túmulos do passado
Recorre à prece, aos muitos sonhos jamais terminados
Nada acalma a inquieta alma que só pranteia em agonia
No espelho do tempo registrados decênios de amargura
Embaçada imagem projetada revela tristonha criatura
Estilhaços de dor atingem sem dó imagem que a tortura
Não, não quer mais falar do passado do teatro findado
Perdida a pensar escuta o lento relógio da madrugada
Diante da indigesta retrospectiva calada o dia aguarda.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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