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Riflessioni 24 giugno 2011 · lettura 1 min · 1834 letture

Alma Carente

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Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Tristes madrugadas emolduram as longas noites vazias, Os ruídos frios e assustadores do movimento das folhas. O vento que entra pelas pequenas frestas das janelas, E sem pedir licença vai direto apagar a luz da única vela. O barulho vindo do relógio cuco, o piar solitário das corujas. Na cadeira ao lado da cama fria jornais mil vezes folheados. Computador da rede desconectado, abajur lilás desligado, Travesseiros jogados com o aroma de jasmim impregnados Ah solidão! Tu és a eterna e inoportuna visita indesejada. Insistes em dizer que a vida assim e como chama apagada, Para arquivar sem dó os muitos sonhos da alma despertada Súbito esvoaças as cortinas insinuas desejos e leveza, O ato de entrega da alma ao prazer solitário desenhas. Açoite da noite a sangrar a alma mergulhada na tristeza.
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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