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Introspezione 4 luglio 2011 · lettura 1 min · 2896 letture

Solidão

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Em meio ao refratário silêncio das noites' Pingos da chuva fina tocam frágeis vidraças Sons de plangentes canções invadem as almas Rotineiros quadros pintados em tons cinza Estáticos cenários emolduram leitos vazios Frascos de perfumes aromatizam as velas Que em silêncio velam as frias madrugadas Aterradora solidão aporta soma- se ao tédio Cessa a chuva, apaga- se a chama da única vela Derretem- se os desenhos dos insanos sonhos Versos, poemas, poetas, poesias, dor, agonia Abraços vazios, afagos, profunda melancolia Lentas noites mal dormidas moradia dos versos Como que as almas em vão gritassem ao universo Aniquiladas adormecem a espera do amanhecer Fantasias de felicidade desfilam no árduo viver
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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