Solidão
Em meio ao refratário silêncio das noites'
Pingos da chuva fina tocam frágeis vidraças
Sons de plangentes canções invadem as almas
Rotineiros quadros pintados em tons cinza
Estáticos cenários emolduram leitos vazios
Frascos de perfumes aromatizam as velas
Que em silêncio velam as frias madrugadas
Aterradora solidão aporta soma- se ao tédio
Cessa a chuva, apaga- se a chama da única vela
Derretem- se os desenhos dos insanos sonhos
Versos, poemas, poetas, poesias, dor, agonia
Abraços vazios, afagos, profunda melancolia
Lentas noites mal dormidas moradia dos versos
Como que as almas em vão gritassem ao universo
Aniquiladas adormecem a espera do amanhecer
Fantasias de felicidade desfilam no árduo viver
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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