Subumbem As Estrelas
No repouso forçado o corpo entrega- se ao sono
Desvelado viver marcado pela dor e abandono
Vez ou outra, parcos sonhos em preto e branco
Amareladas camélias ausência dos lírios brancos
Rotina diária desenhada no vazio do abandono
Espinhos. Lembranças cravam o coração insano
Cortejo de melancolia reverenciando o passado
Escuridão. Mágoa revolve os sonhos inacabados
Acomodada existência no viver por quase nada
Experimenta o silêncio acústico na madrugada
Os eternos segundos registram a vida apagada
Amanhece a saudade de mãos com a melancolia
Expulsam sem compaixão as rosas da felicidade
Sucumbem as estrelas diante da triste realidade
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
Commenti (1)
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Cuccu Anna Maria19 luglio 2011
La tristezza della sollitudine rende la vita amara e desolante e il silenzio riempie l'anima di angoscia. Molto intensa e sentita. Apprezzatissima.
