Frias Madrugadas
Silêncio da noite, açoite das frias madrugadas
Corpos desnudos a povoar espinhosos lençóis
Vidas emaranhadas em aspirais tal qual caracóis
Despojadas do amor amargam as dores caladas
Estático relógio, expectador do tempo e angústias
Passos ocos, fantasmas povoadores da tormenta
Surgem desafiadores das catacumbas esquecidas
Em busca das almas tristes, envoltas no desamor
Trevas instalam- se na noite devoradora de estrelas
Invadem toscas frestas úmidas no leito da donzela
Eternizando profundo sono nos braços de Morfeu
Velas insensíveis velam a imposição do adormecer
Diluindo as chamas do outrora interessante viver
Vidas perdidas buscando as almas para renascer
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
Commenti (1)
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Cuccu Anna Maria21 luglio 2011
Anime di uomini che la notte cercano un po' di calore mentre l'oroogio continua a girare. Vita perse cercando di rinascere. Molto bella.
