Sentimentos Sufocados
Qual o destino deste amor que no peito nasce
Amor seu uso, inútil e que ainda assim cresce
Invade as entranhas clamando por respostas
Grita para um mundo sisudo, frio e de costas
Onde desaguar beijos não correspondidos
Os braços que teimam em afagar o infinito
A imensidão do leito nas preguiçosas horas
O cansaço da espera diante de tanta demora
Qual o remédio para o inverno permanente
Que impiedoso desfigura o viver presente
Entre as paredes da indiferença e do tédio
Sentimentos florescentes na alma sufocada
Indagações permanentes perdidas no nada
Esperançosos murmúrios da paixão sufocada
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
Commenti (1)
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Cuccu Anna Maria22 luglio 2011
Senza sentimenti l'anima soffoca e muore. Apprezzatissima.
