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Amore 4 agosto 2011 · lettura 1 min · 2986 letture

O Pouco Que Resta De Mim

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Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Metade de mim não existe desde a tua partida, O que restou se arrasta em devaneios perdida. Os sonhos você os levou restaram só pesadelos. A metade que sobrou sente dor e desespero. A ínfima parte de mim hoje fadada ao descaso. Vegeta calada no tempo, no escuro da solidão. Aos tropeços sobrevive experimente desilusão. Pranteia por tua metade, anseia ser unidade. O pouco que resta de mim, pede a tua metade. Aniquilado te busca sem saber por onde andas. O frágil sopro da vida sente ventos da saudade. Os olhos hoje sem brilho vivem fora dos trilhos. O vazio do que me sobra não sente a vida vibrar, O silencio da madrugada torna as noites longas. Escute o frágil sussurro, o pouco que resta de mim Devolva a minha metade quero na dor por um fim.
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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