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Riflessioni 26 agosto 2011 · lettura 2 min · 1911 letture

Felicidade

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Perdida na multidão esquecida pelo povo Caminha serenamente em busca de algo novo As pessoas apressadas passam desconfiadas Frias e indiferentes no outro lado da calçada A cena repetitiva adorna todas as manhãs Quando chega o entardecer surge o reviver Diminuem as pessoas pode se ver a senhora Que incansável caminha se perceber as horas Ninguém lhe dá atenção ainda assim ela fica Na esperança de abraçar quem a identifique Carrega consigo uma mala de arco íris pintada Vez ou outra a esquece lá no canto da calçada Fim de semana é festa ruas cheias de crianças Estas felizes saltitam abraçadas na esperança Buscam aquela senhora como um raro mimo Fazem estripulias cobrem- na de mil carinhos A senhora compartilha sonhos, doce magia Abre a mala encantada onde mora a alegria Presenteia as crianças, flores da esperança Mostra a casa do sorriso, encanta as crianças Logo percebe todos entoando belo canto Porém os adultos sisudos ignoram a bondade São as almas depressivas envolvidas pelo pranto Acomodadas no tédio desprezam o doce encanto Bem gostaria a senhora de dar- lhes um alento Uma palavra amiga para cessar os lamentos De gente grande sofrida distante da realidade. Que não consegue enxergar a Dona Felicidade .
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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