Amar, Simplesmente Amar
Adormecida a tarde
Estende a noite seu manto
Reborda o azul de estrelas
Convida a lua para brincar
Trevas ou doces sonhos
Sob a ótica de quem a vê
A escuridão do abandono
Ou realização dos planos
Espreita a lua as frestas
Invade os corpos ardentes
Trás lágrimas aos solitários
Prateia o doloroso calvário
Tantas vidas tantos corpos
Sonhos desfeitos amargos
Desejos fundidos no amor
Ou silêncio, pranto e dor
Invade a noite as vidas
Contidas em tolos preceitos
Momentos desperdiçados
Amores desencontrados
Aquece a noite as almas
Que se permitem sonhar
Destemidas dos conceitos
Abolem insanos preconceitos
Amar sem pensar no amanhã
Emprestar das estrelas o brilho
Permitir- se mil trilhos mudar
Amar, simplesmente amar. .
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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