Mar de Sonhos
Ancorei num antigo porto
Na plangente madrugada
Meu barco triste sem rumo
Meu tosco viver sem prumo
Agarrei- me nas lembranças
Nos meus sonhos de criança
Cirandei no escuro da noite
Tentei acordar a esperança
Foram tantas as tentativas
Que meu coração à deriva
Perdeu- se de tanto chorar
Buscou no mar se encontrar
Navegou águas profundas
Lágrimas com gosto de sal
Surfou as ondas do passado
Da saudade se viu enjoado
Em meio a grande tormenta
Náufrago de muitos planos
Encontrou as águas mansas
Na enseada da esperança
Acolhido na branca areia
Sob o cintilar da lua cheia
Sentiu o amor lhe abraçar
Pode a paz enfim provar.
(Ana Stoppa)
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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