Alma Arredia
Teimas minha alma em despertar na agonia
Tomo- te nas mãos tento aplacar a nostalgia
Retratos desfigurados do ontem presente
Rio de lágrimas onde navegas deprimente
Quisera minha alma vestir- te de esperanças
Embalar- te serena em um canto de criança
Cessar o breu que ronda o vazio da solidão
Dar- te carinhos suaves, suprir o coração.
Necessitas minha alma esperar pelo amanhã
Ser paciente quando o prantear te domina
Suportar das frias paredes o silêncio árduo
Acreditar que serás livre dos pesados fardos
Quando menina acreditavas nos sonhos
Conversavas animada com muitas estrelas
No entanto, hoje vejo- te tristonha e apática
Sufocada no ar rarefeito da fria melancolia
Quero segurar- te pelas mãos serenamente
Semear o equilíbrio neste vazio deprimente
Fazer a cerimônia fúnebre do tosco passado
Para que ainda aos trancos, vivas o presente.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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