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Spirituali 8 dicembre 2011 · lettura 1 min · 1742 letture

Alma Arredia

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Teimas minha alma em despertar na agonia Tomo- te nas mãos tento aplacar a nostalgia Retratos desfigurados do ontem presente Rio de lágrimas onde navegas deprimente Quisera minha alma vestir- te de esperanças Embalar- te serena em um canto de criança Cessar o breu que ronda o vazio da solidão Dar- te carinhos suaves, suprir o coração. Necessitas minha alma esperar pelo amanhã Ser paciente quando o prantear te domina Suportar das frias paredes o silêncio árduo Acreditar que serás livre dos pesados fardos Quando menina acreditavas nos sonhos Conversavas animada com muitas estrelas No entanto, hoje vejo- te tristonha e apática Sufocada no ar rarefeito da fria melancolia Quero segurar- te pelas mãos serenamente Semear o equilíbrio neste vazio deprimente Fazer a cerimônia fúnebre do tosco passado Para que ainda aos trancos, vivas o presente.
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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