Rosas da Benevolência
Empreste- me realidade
O manto sereno e puro
Tecido na cor da alegria
Para aplacar a agonia
Traga- me o linho branco
Para secar este pranto
Que teima a face molhar
Preciso a paz encontrar
Quero um ombro amigo
Sem pressa de ir embora
Para amparar minha alma
Que necessita da calma
Mostre- me onde encontrar
As flores da sinceridade
Os jardins da compaixão
A luz da grande verdade
Não posso colher espinhos
Nos caminhos ontem amenos
Onde semeei com paciência
As rosas da benevolência
Mostre- me que a paz existe
Que os sonhos podem mudar
Que a dor é passageira
Que vale a pena se amar.
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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