Última Tábua

Náufrago do amor perdido
Distante do porto da paz
Prova a dor desesperado
Esvazia o amor sonhado
Agarrado na esperança
Procura o fim das mágoas
No porto da última tábua
Sob o luto das lembranças
Emaranhado de lágrimas
Abafado no riso plástico
Desespero velado se faz
Vida etérea que se desfaz
Busca assim nesta agonia
Um amor que valha a pena
Epílogo do tristonho dilema
Em busca de mil teoremas
Imprescindível esperança
Veste o existir compulsório
No vale eterno de mágoas
Náufrago em busca da tábua
Entre o pranto e a nostalgia
Solidão que trama a agonia
Bebe o fel de muitas mágoas
Agarrado à última das tábuas.
(Ana Stoppa)
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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