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Introspezione 21 febbraio 2012 · lettura 1 min · 1369 letture

Última Tábua

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Náufrago do amor perdido Distante do porto da paz Prova a dor desesperado Esvazia o amor sonhado Agarrado na esperança Procura o fim das mágoas No porto da última tábua Sob o luto das lembranças Emaranhado de lágrimas Abafado no riso plástico Desespero velado se faz Vida etérea que se desfaz Busca assim nesta agonia Um amor que valha a pena Epílogo do tristonho dilema Em busca de mil teoremas Imprescindível esperança Veste o existir compulsório No vale eterno de mágoas Náufrago em busca da tábua Entre o pranto e a nostalgia Solidão que trama a agonia Bebe o fel de muitas mágoas Agarrado à última das tábuas. (Ana Stoppa)
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(As noites jamais serão capazes de impedir o surgir de um novo dia).

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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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