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Introspezione 17 marzo 2012 · lettura 2 min · 1833 letture

Circo da Vida

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Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Desolada a platéia, assiste a tudo calada Da colorida lona apenas os restos do nada Derrocada da magia, cai o circo da alegria Delicadas bailarinas no bailar da nostalgia Enlouquece o bilheteiro sem saber o paradeiro Do brilho e da alegria que enfeitava o picadeiro Cacos de espelhos cintilam sob o sol do meio dia Desce a cortina do amor, nasce o cenário da dor Da caixa de sonhos e magia agora só agonia Choram o engolidor de fogo, o cantor e a atriz Pobre das equilibristas agora no fim das listas No trapézio da saudade a balançar por um triz A florista desolada recolhe pétalas dos sonhos Do pipoqueiro restou apenas o olhar tristonho Bandeirinhas espalhadas na tristeza da calçada A foca meio aturdida tenta alegrar a criançada Vai- se o Sol, chega a noite no tapete de estrelas Dormem na triste platéia artistas de toda gama No manto sagrado escuro amontoados nos muros Até descortinar o arrebol iluminando as ramas Ramifica a esperança nos sorrisos dos palhaços Tambores, clarinetes, malabares e tamboretes Anunciam o novo marco, o circo não pode morrer É preciso a união para estender as lonas da lida Malabares e alegorias no circo chamado VIDA!
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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