Lençois Amarrotados
Solidão és a amiga de sempre
Nos braços da eterna saudade
Fazes a minha alma indigente
Neste ontem de eternamente
Quem dera voltar ao passado
Ter você amor ao meu lado
Mais sei que jamais voltarás
Resta o pranto a derramar
Tristeza que na alma aflora
Desde o dia da tua partida
Arrasta- me para a agonia
Entre lágrimas incontidas
Nas lembranças afloradas
Na alma de dor banhada
Agarro- me à esperança
Na vazio que se instala
Agonizam tantos sonhos
Nos lençois amarrotados
Perfumados de saudades
Na angustiante realidade
O que me conforta amor
É saber que tão distante
Sentes a mesma agonia
Vivencias a melancolia
Paralelas indescritíveis
Nos caminhos solitário
Triste em outros braços
Vives o mesmo calvário.
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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