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Riflessioni 19 aprile 2013 · lettura 2 min · 1489 letture

Disparidades

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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O pobre tem fome, O rico tem pão. O pobre, uma fome, O rico, dois pães... O pobre tem frio, O rico, agasalho... O pobre, em lágrimas, O rico, só festas... O pobre é descalço, Roto, frágil, amarelo. O rico, tanta nobreza, Reluzente realeza... O filho do pobre tem Sede, Até a água lhe falta, O filho do pobre tem Fome, E não tem o que comer... O filho do rido A fartura esbanja Em trajes, posturas. Sua mesa, sempre farta, Repleta de iguarias De tantas variedades, Que tudo é felicidade... Seu mundo é uma redoma, Repleto de abastados, De gente influente, Importante, Que não vê o outro “lado” Do vidro tão embaçado, O clamor de tantos pobres... Mas, com o Criador do Universo, Tudo é branco, muito igual; Vejam, na hora da morte, A sorte que o rico tem... Desfaz- se a frágil matéria, Restam ossos, nada mais... Tanto do rico, Como do pobre, Os ossos serão iguais. No contexto do Universo, Há um ponto de encontro, Que jamais alguém explica. Na vida, o pobre chorou, Pediu, implorou e calou. O rico tudo alcançou... Mas, no momento final, Não valem dotes ou heranças, Não será o fim de ambos, Mas o fim das “disparidades”, Início da IGUALDADE!
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Este poema foi publicado pela primeira vez em 1989 em meu Livro"Diagnóstico", o tema, continua atual.

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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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