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Amore 10 maggio 2013 · lettura 2 min · 2922 letture

O Desnudar Da Alma

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Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Desnudo minha alma da ilusão Para enxergar a dor latente da solidão Desnudo dos muitos sonhos inacabados Da felicidade jamais experimentada Do adeus repentino Da descrença neste mundo em desatino Desnudo a minha alma das etéreas flores Para que prove dos espinhos as dores Descarto a máscara do projetado riso Para que as lágrimas contidas rolem sem pressa Banhando o árduo cerrar das portas De uma existência que a poucos importa Desnudo a minha alma da alegria Para que sinta a dor da cansativa nostalgia Submeto- a ao escuro das dores e do vazio Permito- a atravessar o deserto da saudade Para que se liberte dos enganos e desenganos Brotados na calada da noite onde plantara a verdade Desnudo a minha alma da esperança Digo- lhe para esquecer o amor criança Repito incansavelmente para que não se apaixone Desnudo- o dos segredos, dos medos, da noite Deste viver sem nexo, doloroso açoite a cortar o coração Desnudo- a nas inúteis tentativas de libertá-la da ilusão.
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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