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Poesia 1 dicembre 2013 · lettura 2 min · 1549 letture

Súplica pela paz

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Povos de todas as terras Pacificadas ou em guerra Uni- vos em nome do amor Para que a paz soberana Torne- se a meta mundial Neste universo desigual Povos de todas as terras Protejam a frágil infância Precocemente ultrajada Pela imposição do trabalho Tenras vidas arrebatadas Pela ganância deslavada Povos de todas as terras Saibam dedicar o respeito Ao semelhante arquejado Cansado das agruras da lida Carente de paz e sossego Para trilhar a efêmera vida Povos de todas as terras Repudiem o trabalho escravo A exploração do ser humano Arrebatados de seus lares Na ilusão do labor digno Por desumanos capatazes Povos de todas as terras Lutem pela saúde e o abrigo Pela paz quando em perigo Para banir da terra a fome Para que a santa liberdade Não seja apenas um nome Povos de todas as terras Ajam de modo consciente Protejam o meio ambiente A terra, as águas e as matas A fauna, a flora e as cascatas A mãe natureza equilibrada Povos de todas as terras Escrevam nas telas do amor Da fraternidade e da justiça Versos plenos de sintonia Entoem cânticos de alegria De Paz, Perdão e Harmonia!
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Busquemos a paz! Assim nos ensina o aniversariante Jesus!

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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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