Nostálgicos Versos

Ah o teu amor que era tão bom outrora
Emoção rara, verde jade, imenso tesouro
De repente perdeu- se em escuros becos
Até desfalecer sob o beiral da catedral.
Amor cálido capaz de tecer doces sinfonias
Enfraqueceu rumo ao porto da melancolia
Cambaleante feito desavisadas bailarinas
Indigesta realidade transmutada em sina.
E a felicidade, menina de douradas tranças
Entendeu que nem tudo de fato se alcança
Calada se foi feito um bando de andorinhas
Sob chuva fina na manhã de folhas mortas.
No embornal da solidão recolho os sonhos
Desisto da espera que faz do sol quimera
Deságuo salgadas lágrimas nas noites frias
Abandono- me no imenso mar da nostalgia.
©
Tutti i diritti riservati. L’opera è protetta dalla Legge 22 aprile 1941 n. 633 sul diritto d’autore: è vietata la riproduzione, anche parziale, senza il consenso dell’autore.
A
Tutte le opere →
L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
Commenti (0)
Accedi per lasciare un commento.Accedi
Ancora nessun commento. Scrivi il primo!