A morte da flor
Sublime flor tão pouco vivestes
Desabrochastes no orvalho matinal
Frescor primaveril a te acolher
Sob o sol do meio dia emanavas
Indescritível beleza
Altivas admiravas o rei sol
Eras rainha em estado de entrega
Inebriada, apaixonada, pouco sentias
Dolorosos espinhos, vias ressequidas
No pousar das borboletas
Entregastes ao à mãe terra
Uma a uma as tuas pétalas carmins
Ficastes nua à espreitar a lua cheia
Caule abandonado, folhas dormentes
Pétalas mortas espalhadas no solo
E tu, tu insana pensavas ainda ser flor!
Dor!
Retorcia- te em pensamentos
Buscavas tuas pétalas, teu perfume
Azedume!
Nos espaços entre as estrelas
Via- se formosa, exuberante carmim
Insistias solitária prolongar a agonia
E sob o silencio sepulcral da madrugada
Inerte ao sabor do vendaval entregastes
À mãe terra o pouco que de ti restou
Pobre flor, tão pouco vivestes...
Sem se dar conta... do breve FIM.
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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