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Spirituali 3 maggio 2014 · lettura 1 min · 3427 letture

A morte da flor

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Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Sublime flor tão pouco vivestes Desabrochastes no orvalho matinal Frescor primaveril a te acolher Sob o sol do meio dia emanavas Indescritível beleza Altivas admiravas o rei sol Eras rainha em estado de entrega Inebriada, apaixonada, pouco sentias Dolorosos espinhos, vias ressequidas No pousar das borboletas Entregastes ao à mãe terra Uma a uma as tuas pétalas carmins Ficastes nua à espreitar a lua cheia Caule abandonado, folhas dormentes Pétalas mortas espalhadas no solo E tu, tu insana pensavas ainda ser flor! Dor! Retorcia- te em pensamentos Buscavas tuas pétalas, teu perfume Azedume! Nos espaços entre as estrelas Via- se formosa, exuberante carmim Insistias solitária prolongar a agonia E sob o silencio sepulcral da madrugada Inerte ao sabor do vendaval entregastes À mãe terra o pouco que de ti restou Pobre flor, tão pouco vivestes... Sem se dar conta... do breve FIM.
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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