Cais da Felicidade

Foram tantos os sonhos desbotados
Sob o sal do abandono sem medidas
Que hoje incógnitos são os caminhos
Capazes de reconduzir à esperança.
Áridas estradas desprovidas de flores
Réquiem diário indiferente ao pranto
Silêncio suportado entre frias paredes
Almas aprisionadas em tantas redes.
Sob a fraca chama de amareladas velas
Fantasmas do ontem povoam o tempo
Tormenta diante dos ausentes abraços
Solidão oculta nos sorrisos plastificados.
Velejam assim tantas almas abnegadas
Sob o manto da agonia que as envolve
De teimosas superam as adversidades
À procura do ilusório cais da felicidade.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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