Casinha Encantada

Quando eu me lembro
Da casinha pequenina
Tão pobrezinha
Mas repleta de alegria
Minha alma chora
De saudade do passado
De um reino encantado
Perfumado de amor.
Missa aos domingos
As seis horas ave- maria
Tudo era paz
Naquela casa abençoada
Família unida
Entrelaçada nos abraços
Que saudade de mim mesmo
Que vontade de voltar.
Passou o tempo
Foi- se embora a alegria
Da minha casa
Só sobrou recordações
Meus pais se foram
Resta apenas o vazio
Em meu ser agonizante
Nesta estrada de tristeza.
Hoje minha alma
Se entrega às lembranças
Tantos sorrisos
Que partiram sem adeus
Da minha casa
Resta apenas a saudade
E a dor que invade o peito
Por não ter como voltar.
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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