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Poesia 22 marzo 2016 · lettura 1 min · 2029 letture

Vestes da Alma

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Eu me visto de poesias Quando a estrada da vida Outrora de amor florida Perde sem perceber a luz Nos becos da nostalgia. Então a alma tristonha Sentindo a lida enfadonha O mundo às vezes perverso Se põe a escrever os versos Para clarear o universo. Eu me visto de poesia Quando a paz se distancia Dando espaço à agonia E o mundo fica pequeno No existir nada ameno. Com o coração apertado O sal das lágrimas na face A ausência de abraços Busco nos versos encanto Na inspiração os espaços. Eu me visto de poesia No inverno prolongado Onde ronda a indiferença Que sem o pedir licença Deturba todas as crenças. E quando me vejo descrente Com vontade de ir embora Vem a vida que é poesia Banha meu ser de esperança, Traz de volta a alegria!
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Poesia escrita em homenagem ao Dia Mundial da Poesia, 21. 03.

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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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