Folhas de Outono

Não me pergunte como morrem os sonhos
Ou a razão da morte das folhas no outono
Não me pergunte sobre o sepulcro do amor
Ou a dimensão de um amanhecer sem cor.
Rabisque na areia as dores e todos os medos
Ouse amar desmedido não importa o tempo
Esqueça as convicções vazias de sentimento
Observe, o encanto se distancia no lamento.
Quem sabe se nas invisíveis esquinas escuras
Resida o mais encantador dos seres humanos
Crie novos planos desenhados na esperança
Faça com a serenidade e a paz eterna aliança.
E quando a tristeza teimar em te fazer visita
Insista na esperança e perceba a vida plena
Não abra a mão de vivenciar um novo amor
Por mais que te mostrem um mundo sem cor.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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