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Poesia 4 dicembre 2017 · lettura 1 min · 1221 letture

Nenhum coração jamais sofreu quando foi em busca dos próprios sonhos

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Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Delicadas rendas Entrelaçam fitas coloridas Abraçam corações Ousadamente corajosos Que entregam aos sonhos Desnudam a alma Ignoram preceitos Preconceitos Amores desfeitos. O etéreo tempo Clama por pressa, espaço, Asas capazes de transportar Um mar infinito de sonhos E em cada dimensão da lua Realiza- los de forma intensa Absoluta, profunda Mística Por inteiro. Descortinam- se os véus Outrora disfarce do comodismo Transmutado em coragem Sob as vestes da intuição Guia mestre do existir Incrusta no âmago do ser Repentina força Que brota da voz Interior! Ritual sob a luz de velas Tela sedutora Aquarelas tons carmim Borboletas coloridas Coragem que se revela Nos corações destemidos Relicários de emoções Sob a chama incandescente Que nasce da grande paixão. O amor invade os poros Ágil feito um meteoro Acende a intensa chama Arroubos de felicidade Obra prima do desejo Intuitivo, transcendental Vence o frágil cansaço Preenche Todos os espaços!
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O tema desta poesia é um pensamento do escritor brasileiro Paulo Coelho, proposto para a Edição 2017 do Prêmio Scrivere. Classificada em 1. lugar, 09. 09. 17, Roma.

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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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