Despedida

Apague rapidamente a luz outrora brilhante
Em silêncio feche de uma vez todas as portas
Preciso dos rumos para o adiado reencontro
De minha alma, com a solidão que lhe espera.
Perdi o medo de experimentar noites vazias
Habituei- me a atravessar amargos caminhos
Ainda assim, buscarei esquecer os espinhos
O doce perfume da flor, a claridade, o amor.
Descarto caminhar nas trilhas da esperança
E a vontade de experimentar longos abraços
Prevalece tão somente o entediante cansaço
De procurar inutilmente do afeto a essência.
Calada, estendo farrapos dos antigos sonhos
Na velha calçada por onde anda a indiferença,
Que sejam pisoteados por passos impiedosos
Porque o descaso emprestou asas a coragem.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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